Coprólitos por Marcatti: unboxing!

Outra aquisição que fiz no começo do mês passado e que chegou também nesta semana é o novo álbum do Marcatti, o Coprólitos

Meio que por acaso fiquei sabendo deste lançamento através do site Catarse que promoveu o projeto deste quadrinho com financiamento coletivo, mas já havia encerrado o prazo. Como tinha alguns exemplares antigos do Marcatti e não podia ficar sem este quadrinho dele, fui no site do Marcatti e lá fiz a compra do álbum Coprólitos. Aproveitei o frete gratuito e adquiri também o álbum Mariposa, este editado pela Conrad.

O bacana é que este álbum foi todo impresso de modo artesanal pelo próprio Marcatti, reunindo toda a sua produção entre 1986 e 1992.

Em breve farei um review detalhado dos álbuns e fiquem com o unboxing das edições:

 

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Fanzine Quadritos: unboxing!

Nesta semana chegou uma encomenda dos Correios que aguardava ansioso: o fanzine Quadritos!

Me lembrei da época que aguardava o carteiro passar em casa para deixar as correspondencias com os fanzines dentro dos envelopes, alguns mais amassados, outros meio sujos, mas o importante é que chegavam em casa. Esse período deve ter durado mais de dois anos e hoje depois de 20 anos estou recomeçando minha coleção de zines também.

Recentemente fuçando pela internet redescobri um fanzine que cheguei a entrar em contato na época e que era bem conhecido pelos fanzineiros nos anos 1990: o Quadritos, editado pelo Marcos Freitas.

O Marcos tem um blog e lá você conhece mais sobre os fanzines que ele edita, além de entrar em contato para adquirir também.

Em breve vou fazer um review detalhado dos fanzines, enquanto isso fiquem com um unboxing da encomenda que chegou:

Qual o melhor meio digital para se ler quadrinhos? Parte 3

Watchmen

Watchmen no Kindle

Depois da euforia inicial de ter um aparelho novo para a leitura de quadrinhos, o Ipad foi cansando e já demonstrava certas limitações, principalmente o peso para se ler deitado na cama.

Normalmente o tempo de leitura dispensado por mim ocorre nos momentos que antecedem ao sono; outro momento é quando você está no banheiro sentado no trono. É lógico que o bom senso recomende que você faça suas leituras sentado para entender melhor ou que ficar muito tempo no vaso faz mal a sua saúde, mas nem sempre você fica preocupado com essas coisas.

Assim, quando um parente meu falou que iria viajar aos EUA, pedi a ele que trouxesse um Kindle de segunda geração modelo keyboard. A melhor coisa que o Kindle possui é o seu peso leve, um design bacana e fácil de segurar com uma mão só.

No começo o Kindle era só para leitura de e-books, mas uns dois anos atrás com o surgimento do tablet da Amazon, foram disponibilizados em sua app store quadrinhos para compra, além de música e filmes. O aparelho mostrou-se perfeito para ler na cama, confortável e melhor até que segurar um livro aberto.

Só ficava pensando como eu poderia aproveitar melhor para a leitura de quadrinhos, já que na loja da Amazon os títulos são todos em inglês.

Kindle Comic Creator

Kindle Comic Creator

Tudo começou a mudar quando a Amazon lançou o Kindle Comic Creator para que autores independentes publicassem seus quadrinhos direto na loja da Amazon, assim como fez com os escritores de livros. Já escrevi a respeito disso antes e você pode ler aqui.

Além disso com esse programa a Amazon permitiu a qualquer um que pudesse converter seus quadrinhos em arquivos para serem lidos no Kindle, mas o principal benefício é poder desenvolver a leitura quadro a quadro, no chamado modo panel.

Como a tela do Kindle é pequena e não possui boa resolução para imagens, o modo panel é a solução adequada para se ler quadrinhos. Como o Kindle é confortável de se segurar, não cansa a sua leitura pois a tela não é iluminada como os tablets.

E como ainda tenho o modelo antigo do Kindle, acredito que por sua tela não ser touch não há os toques acidentais que fazem com que você mude sua tela de leitura sem querer.

O modo panel em ação no Kindle

O modo panel em ação no Kindle

Mas é lógico que nem tudo é perfeito: como a resolução de uma tela em e-ink não é apropriada para imagens, a forma com que você lê certas ações ficam prejudicadas na leitura, e nem toda arte fica bem na tela e-ink, principalmente os quadrinhos que abusam mais da diagramação.

Além disso o preço do Kindle no Brasil é proibitivo: R$299 por um aparelho que nos EUA custa $69 doletas no modelo mais simples. Se tiver alguém que traga de fora é uma aquisição que vale a pena.

Mas por enquanto acredito que mesmo dando um pouco de trabalho convertendo sua coleção para leitura no Kindle, acredito que seja a melhor opção para se ler gibis e poder carregar sua coleção por aí.

Como ainda não tenho o Kindle Touch, não sei dizer se a tela touch permite a leitura mais agradável, e nem se com o novo modelo de Ipad, que é mais leve, ou até mesmo com o Ipad Mini se a leitura não seja melhor.

The Phantom Lady Omnibus [Fantastic Femmes of the Comics] [Kindle Edition]

Um exemplo de gibi disponível na Amazon: “The Phantom Lady Omnibus”

Manual Técnico da Estrela da Morte

O Império contra ataca!

O Império contra ataca!

Hoje em dia qualquer coisa está disponível pela internet: podemos comprar de tudo um pouco e basta um cartão de crédito internacional e contar com a boa paciência para esperar uma entrega dos correios, que podemos receber em nossa casa.

Agora nós podemos adquirir um manual técnico completo para construir a Estrela da Morte: segundo o site Laughing Squid – aliás, um dos mais legais da internet – você pode encomendar o Star Wars: Death Star Owner’s Technical Manual através do ThinkGeek . O livro faz parte do Haynes manual e tem o aval da Lucasfilm.

O livro é todo ilustrado e promete revelar todos os detalhes técnicos e avançados da construção, funcionamento, super-estrutura, energia e segurança da mais terrível arma de destruição de planetas do Império.

Que a força esteja com você Luke!

Os detalhes da Estrela da Morte!

Os detalhes da Estrela da Morte!

Quadrinhos no Ipad: coleção Moebius da editora Nemo

Imagem A editora Nemo vem desde o seu lançamento em 2011 alcançando boas críticas no mercado de quadrinhos no Brasil, oferecendo excelentes álbuns em acabamento gráfico e trazendo autores europeus que há muito não vinham mais sendo publicados, além de outras tantas obras que continuavam inéditos por aqui.

Mas uma expectativa criada era a possibilidade deles partirem também para a publicação no formato digital, já que aqui no Brasil não encontramos muitas opções de qualidade em nossa língua.

Eu não sei exatamente desde quando começaram a oferecer tais títulos, mas está agora disponível na Apple Store a Coleção Moebius já lançada pela própria editora nas livrarias.

Encontrar tais coleções disponíveis no Ipad e também em português é uma oportunidade boa para que a gente tenha mais opções com qualidade para a leitura de quadrinhos.

Um detalhe do álbum disponível para download

Um detalhe do álbum disponível para download

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Toda a coleção Moebius disponível

Acessando via iTunes você encontra todos os álbuns disponíveis e a um preço bem camarada: $9,99 doletas. Convertendo em reais de hoje deve dar uns R$27,00. Comparando com o preço dos álbuns que são vendidos em livrarias por R$49,00 ganha-se um boa economia, principalmente se você pretende adquirir todos os livros da coleção.

O porém é que tais livros só podem ser lidos em um Ipad ou Iphone, limitando um pouco o acesso aos quadrinhos no futuro, caso você troque por outros modelos de outras marcas.

Agora é de se pensar qual o melhor investimento a se fazer: gastar um pouco mais mas ter o álbum de quadrinhos em sua estante, ou economizar um pouco e carregar tudo embaixo do braço junto com o Ipad?

E para finalizar alguns desenhos do Moebius encontrados por aí pela internet!

Auto retrato por Moebius

Auto retrato por Moebius

 

Iron Man!

Iron Man!

Qual o melhor meio digital para se ler quadrinhos? Parte 2

Ipad no banheiro

Ipad no banheiro

Quando surgiu o primeiro modelo do Ipad, tive uma vislumbre: ali estava o meu leitor de quadrinhos digital! Cansado de tanto ler quadrinhos numa tela pequena de smartphone, a tela grande e confortável de um tablet era uma maravilha.

Consegui comprar o modelo de 32 GB de memória, já pensando na quantidade de arquivos que poderia guardar no Ipad. Além do iOS ser um sistema estável e que roda tranquilo sem engasgos, o Ipad também conta com uma bateria de longa duração e uma coleção de apps para brincar, ser produtivo e levar a internet para a cama, o sofá e principalmente para ler no banheiro!

Mas com o tempo de uso foram surgindo as inconveniências.

Em primeiro veio a questão do peso do aparelho. O Ipad é leve mas com o tempo ele começa a cansar em suas mãos. E ainda era o primeiro modelo de Ipad, o mais pesado de todos, cerca de meio quilo.

Em segundo vem a tela: o brilho começa a incomodar depois de meia hora de leitura, principalmente em ambiente escuro.

Em terceiro vem a forma de colocar seus arquivos digitais no Ipad. É preciso usar um computador, acessar pelo iTunes, e marcar manualmente toda a coleção para então poder ler no Ipad. Mas se seu arquivo está em cbr é preciso adquirir um app específico para leitura.

bookman

Bookman

Na época pesquisei um pouco e adquiri o Bookman por $0,99 centavos de doletas. Só que o Bookman não permite a leitura de arquivo em jpg, somente o cbr e pdf. O app organiza bem sua coleção e você tem várias formas de montar suas coleções: por autores, por revistas, por interesse, além de ajudar a guardar quantas revistas já leu ou em que parte você parou.

Para leitura de quadrinhos em jpg tinha que transferir pelo Fotos e depois você tinha que visualizar seus quadrinhos como se fossem fotos, passando um a um as imagens. O problema é que ainda seus quadrinhos ficavam junto com suas fotos e não era uma coisa legal, pois ficavam tudo misturados.

Em quarto descobri que as cópias que você encontra pela web não tem uma boa resolução. É como baixar aquela cópia de filme pirata e para não ocupar muito espaço nem demorar tanto para baixar o arquivo só tem 600 MB, e quando você assiste se depara com uma imagem toda pixelizada e recortada. Com alguns quadrinhos acontece o mesmo e sinceramente, estraga muito o prazer da leitura.

Enfim, o Ipad proporciona muitas qualidades e conforto mas deixa a desejar em certos aspectos práticos na leitura de sua coleção de quadrinhos. Mas será que haveria mais uma outra forma de se ler gibis? Ainda temos o Kindle, mas já é assunto para um próximo post.

Bookman

Bookman

Bookman

Bookman

Revista Animal no.3

animal

Animal no. 3

Continuando com a nossa coleção da revista Animal, vamos conhecer o terceiro número, editada pela VHD Diffusion no longínquo ano de 1988.

Meu exemplar na verdade se encontra em um estado não muito apreciável, a capa está solta e a contra-capa se perdeu. As páginas estão um pouco amareladas, mas ainda continua legível. A capa trás  como destaque o personagem da série de Burton&Cyb, ampliada da história que consta na revista e publicada pela primeira vez no Brasil, escrita pelo Antonio Segura e desenhada pelo Jose Ortiz.

A revista contém 68 páginas, sendo 16 coloridas em papel especial, 32 páginas em preto e branco em papel couché e 16 páginas em papel jornal com o encarte MAU.

Esse tipo de impressão era um diferencial da Animal em relação a outras publicações e na época trazia uma diferença de qualidade que chamava muito a atenção nas bancas. Era uma maneira de mostrar ao público um quadrinho adulto, com alta qualidade artística mas com temáticas underground, ao contrário do que estávamos acostumados com revistas impressas só em papel jornal e tudo em preto e branco.

Burton&Cyb: Eu, robot. Você, escroque!

Burton&Cyb: “Eu, robot. Você, escroque!”

Assim a primeira história mostra a arte de Ortiz com todo o seu colorido e expressividade nos detalhes. Nas revistas europeias cada série tinha histórias curtas com 8 páginas, e eram publicadas periodicamente, até serem reunidas em um luxuoso álbum de quase 50 páginas em capa dura ou cartonada e colecionáveis.

A série de Burton&Cyb fez parte da invasão criativa dos autores espanhóis pelo mundo dos quadrinhos nos anos 80, sendo publicados em vários países, mas infelizmente no Brasil só foram publicados algumas poucas histórias.

Cyb

Cyb

Seus personagens são dois anti-heróis que vivem pelo universo aplicando golpes, ganhando dinheiro as custas dos outros e vivendo loucas aventuras com  os mais variados personagens extra-terrestres.

E tudo ambientado num ambiente sci-fi, que ao contrário do que se costuma encontrar em histórias do gênero, no futuro mesmo o homem indo ao espaço, os problemas continuam os mesmos: violência, roubo, putaria, etc.

Em seguida encontramos o tradicional índice da revista, com um desenho da Mariza Dias Costa, ilustradora da Folha de São Paulo. Aqui temos uma ideia geral do conteúdo da revista.

Índice

Índice

E mais um detalhe da continuação da história anterior do personagem principal trazido pela Animal: Ranxerox!

A sinopse da história até esta edição

A sinopse da história até esta edição

Continuando com outro artista publicado pela primeira vez também no Brasil o italiano Massimo Mattioli com seus personagens inspirados nos cartoons norte-americanos, mas já publicados aqui em outro post.

SAMSUNG CSC

Um grande artista europeu mas que dispensa apresentações é o italiano Milo Manara, com seu desenho inconfundível. Esta curta história do Manara faz parte do álbum Curtas Metragens, editado pela L&PM também em 1989, e que reuniu oito histórias com temáticas sensuais, oníricas e de fantasia, escritas e desenhadas por esse grande mestre do quadrinho mundial.

O último e trágico dia de Gori Bau e Callipigia Sister

“O último e trágico dia de Gori Bau e Callipigia Sister”

As mulheres de Milo Manara

As mulheres de Milo Manara

Em seguida encontramos a coluna de quadrinhos TAM-TAM, que também servia como um editorial e apresentava os desenhistas para os brasileiros e contava um pouco da história de cada um.

Também noticiavam algumas notícias do mundo dos quadrinhos (com certo atraso pois a periodicidade da revista não era seu forte) e assim a gente ia se inteirando sobre o que acontecia lá fora. Esse era o mundo sem a internet nos anos 1980!

TAM-TAM

TAM-TAM

E mais um detalhe da coluna TAM-TAM: a notícia da morte de Andrea Pazienza, um dos criadores de Ranxerox e até então desconhecido no Brasil.

No álbum Ranxerox, da editora Conrad, lançada em 2010 com toda a série completa, temos um artigo muito bom que conta a história por trás do surgimento da Frigidaire e pretendo também um dia escrever algo a respeito neste blog.

Ranxerox de Pazienza

Ranxerox de Pazienza

Continuando com a série Kraken escrita por Antonio Segura e desenhada magistralmente pelo Jordi Bernet, são mais outra dupla espanhola que fez sucesso pelo mundo e são muito reverenciados.

A série trata de um monstro conhecido por Kraken, que vive nos esgotos de uma gigantesca metrópole, e são patrulhados por uma polícia cujo personagem principal vai enfrentando criminosos e o lado podre da sociedade.

Na França saiu neste ano um álbum com série toda reunida, veja neste link.

Kraken

Kraken

Mais uma história do meu herói preferido: Edmundo, o Porco! Escrito por Martin Veyron e desenhado por Jean-Marc Rochette.

No original em francês Edmond le Cochon surgiu em 1978 inspirado pelo underground americano e fez sucesso na França, sendo publicado pela cultuada revista L’Écho des Savanes, e foram publicados quatro álbuns com o cínico porco entre 1980 e 1993.

 Ambientado numa fazenda, conta a história do porco Edmundo cujo trabalho é procriar as fêmeas e engordá-las para o abatedouro. Ou seja um gentle-man!

Edmundo, o Porco

Edmundo, o Porco

Sacanagem!

Sacanagem!

Surge nesta terceira edição uma seção de cartas! A comunicação com seus fiéis leitores é a base do sucesso da revista. Apesar que por conta de falta de espaço logo abandonaram a seção de cartas.

Os elogios e o quebra-pau dos leitores!

Os elogios e o quebra-pau dos leitores!

O Lobo e o Cordeiro por Bernard Chiavelli é outro representante do quadrinho francês, que iniciou sua carreira nos anos 70 e publicou em outra tradicional revista francesa Pilote.

História clássica do Lobo e o Cordeiro

História clássica do Lobo e o Cor

Final surprendente!

Final surprendente!

Mais outra novidade: Magnus com  “A parede pintada”.

Italiano cujo verdadeiro nome é Roberto Raviola, famoso por seus fumetti neri, quadrinhos noir em italiano. Veterano, iniciou sua carreira em 1964, fez várias séries de sucesso e participou de todas as revistas de quadrinhos de respeito como Métal Hurlant e L’Écho des Savane.

Mas o principal motivo pela qual está sendo publicado pela Animal é que futuramente sua obra mais insanamente divertida e pornográfica Necron será publicada em edição especial, e da qual vamos dedicar um post só para ele.

Detalhismo de Magnus nos desenhos

Detalhismo de Magnus nos desenhos

Um quadrinho de humor europeu, outro francês René Pétillon, que apresenta seu personagem Jack Palmer, um detetive que fez sua estréia em 1974 e foi sucesso na época, sendo publicado por várias revistas já citadas anteriormente.

Uma história meio tampa-buraco?

Uma história meio tampa-buraco?

E o gran finale da revista: Ranxerox! Já escrevi um pouco sobre ele antes, e já não tenho muito assunto para falar, portanto segue algumas imagens legais que selecionei. Seus autores são Tamburini e Liberatore.

Ranxerox!

Ranxerox!

Em manutenção.

Em manutenção.

Sai da frente!

Sai da frente!

No meio de amigos

No meio de amigos

No final!

No final!

E para não ficar um post muito longo, vou fazer um outro só com o encarte MAU – Feio, Sujo e Malvado desta edição.

Love and Rockets: 30 anos (e contando)

The Love and Rockets Companion: 30 Years (and Counting)

Love and Rockets

Essa notícia já é um pouco antiga, mas neste ano a Fantagraphics Books lançou um álbum comemorativo dos 30 anos da série de Love and Rockets dos irmãos Gilbert, Jaime e Mario Hernandez com 368 páginas abrangendo toda a história em quadrinhos do universo criado pelos autores, três longas entrevistas falando de tudo, sendo uma conduzida por Neil Gaiman, uma timeline da série, um checklist de cada história publicada e por qual autor e um guia dos vários personagens apresentados em Love and Rockets.

Agora a única coisa que até hoje não entendo é como uma obra dessa tenha tido tão pouco destaque aqui no Brasil. Conheci Love and Rockets pela revista Animal, comprei as revistas quando foram lançadas pela editora Record, que infelizmente não durou muito e pelo que sei até hoje esporadicamente sai um álbum ou outro destes criadores do Love and Rockets.

O livro The Love and Rockets Companion: 30 Years (and Counting) encontra-se a venda no site da Fantagraphics Books pelo valor de apenas 29 doletas, o que não é caro pelo tamamho do volume e epsero que alguma editora brasileira lance toda a coleção aqui no Brasil, já que não tivemos a oportunidade de acompanhar toda a série.

O bacana é que no site você pode baixar em pdf uma prévia do livro e que reproduzo aqui algumas páginas.

ScreenClip

A contra capa da obra

Os irmãos Hernandez

Os irmãos Hernandez

Um detalhe do quadrinho

Um detalhe do quadrinho

Timeline

Timeline

Os personagens

Os personagens

Checklist

Checklist

George Lucas lança a essência em imagens do filme de Star Wars

Chewie e C3PO

Um item de colecionador e fã da saga de Star Wars que se preze e não poderia ficar sem um desses na sua coleção: George Lucas lançou um livro com dois volumes contendo 1.416 imagens escolhidas minuciosamente e pacientemente analisando todos os frames dos seis filmes que compõe a saga de Star Wars. O título do livro é Star Wars: Frames e encontra-se a venda pela Amazon

Star Wars: Frames

É lógico que a primeira trilogia de Star Wars é imbatível até hoje e dificilmente será superada por qualquer outra produção da franquia, salvo as produções em quadrinhos que são lançadas regularmente e é uma pena que nunca tenham sido produzidas aqui no Brasil com regularidade que a série merece.

Mas continuando com o livro George Lucas passou muito tempo escolhendo e analisando cada cena, cada história de seus filmes e seus personagens procurando tirar a essência de Star Wars e publica-lá como um testamento visual sobre a série.

As imagens constam no livro e foram retiradas do site Co.Create.

Star Wars: a New Hope

Star Wars: a Return of the Jedi

MUSIC FOR STREETS por Massimo Mattioli

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Animal no.3

Essa história foi publicada na revista Animal número 3 e foi desenhada pelo italiano Massimo Mattioli. Originariamente a história é colorida, mas foi publicada em preto e branco. Então resolvi dar um toque pessoal colorindo algumas cenas para dar um maior impacto na leitura.

Sobre Mattioli: nascido em 1943, fazia desenhos e histórias para revistas infantis na década de 1960, até que desbundou na Frigidaire (1980) com seus quadrinhos de desenhos animados misturados com violência gratuita, terror trash, pornografia e humor negro. Ou seja, um dos autores mais legais de se ler na Animal.

Aliás a grande inspiração da revista Animal foi também a italiana Frigidaire, da qual muitos artistas foram publicados pela primeira vez aqui no Brasil. Vide o caso do Ranxerox.

Mattioli teve um grande destaque nas páginas de Animal, fazendo parte da capa de algumas edições, sendo atração em outras e ajudando a influenciar pelo non-sense alguns desenhistas brasileiros.

Mas segue a história de Mattioli com Music for Streets!

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The end!
Isto é, é o fim, acabou!

Num futuro não muito distante colocarei aqui mais histórias de Mattioli. Aguardem!